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		<title>A influência das redes sociais no e-commerce</title>
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		<pubDate>Fri, 21 Oct 2011 03:18:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dante   </dc:creator>
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		<description><![CDATA[A comScore, empresa especializada em métricas, aponta que os internautas brasileiros somam 46,7 milhões e, desses, 44,9 milhões acessam redes sociais pelo menos uma vez ao mês (99%). Ainda de acordo com a comScore, 29% dos internautas têm entre 15 e 24 anos; 34% entre 25 e 34 anos. O brasileiro é plural e se [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A comScore, empresa especializada em métricas, aponta que os internautas brasileiros somam 46,7 milhões e, desses, 44,9 milhões acessam redes sociais pelo menos uma vez ao mês (99%). Ainda de acordo com a comScore, 29% dos internautas têm entre 15 e 24 anos; 34% entre 25 e 34 anos.</p>
<p>O brasileiro é plural e se adapta rapidamente a novas redes sociais on-line. Com isso, as mídias sociais tornam-se cada vez mais fortes e passam a ser um fator de influência no comércio eletrônico.</p>
<p>Um estudo do Sophia Mind realizado em 2010 aponta que 63% dos brasileiros só compram depois de consultar as redes sociais. Embora inicialmente as redes sociais fossem usadas apenas para encontrar pessoas e entrar em contato com os amigos, atualmente estes pontos de encontro virtuais começam a ser vistos também como uma grande oportunidade de fazer negócios pela internet. A tendência do mercado atual é que as pessoas compartilhem ideias, elogios, críticas às marcas e aos produtos através dessa ferramenta. E as empresas precisam estar prontas para aproveitar o conteúdo gerado espontaneamente pelo próprio cliente.</p>
<p><strong>Social Commerce em alta</strong><br />
O Social Commerce, como é conhecida essa prática, está além de converter o número de acessos em rede sociais em vendas. Gerar conteúdo e compartilhar informações é a maior tendência da internet atualmente. Nas redes de informação, reclamações, sugestões e desejo dos clientes oferecem às marcas uma base de dados que pode se transformar em excelentes estratégias para o negócio. É um ambiente novo criado pelo próprio consumidor de forma espontânea. O cliente além de consumir o produto, difunde a marca e promove mais credibilidade para a empresa nos canais comunicação. É um institucional criado pelos e-consumidores e não mais pela marca. A participação do usuário gera o novo conteúdo que abastece as redes segundo a segundo.</p>
<p>Uma notícia ou informação se propaga através das conversas entre as pessoas. Mas o boca-a-boca se tornou high-tech, e nas redes sociais, as informações são amplificadas, discutidas e repassadas rapidamente. Da mesma forma, que um elogio de um consumidor pode atingir milhões pessoas, uma avaliação negativa a marca pode também se tornar um vírus de insatisfação que se propaga na mesma velocidade. As empresas precisam não só saber o que estão falando da sua marca, como também transformar em algo positivo para a empresa. As companhias inseridas na web passam a ter a necessidade de usar adequadamente as redes como ferramenta de marketing promocional, acompanhando as comunidades e aprimorando seus serviços a partir delas.</p>
<p><strong>Consumidores ativos nas redes sociais</strong><br />
Os consumidores de e-commerce que utilizam as ferramentas das redes sociais ao comprar pela internet possuem um perfil diferenciado. Se no comércio eletrônico as compras estão divididas igualmente entre homens e mulheres, a influência das redes de relacionamento é mais forte no gênero feminino. Pesquisas do e-bit apontam que 55% dos internautas que fizeram uma compra pela internet influenciados por esses meios são mulheres. Os compradores pela internet e que se utilizam destas redes também são sete anos mais jovens. Este consumidor tem em média 34 anos, contra 41 que não utiliza as ferramentas sociais</p>
<p>As ações das empresas também ser diferenciadas. As estratégias utilizadas nas mídias tradicionais não necessariamente serão aceitas pelos internautas. A pesquisa da consultoria Deloitte aponta que 70% das empresas focam sua atuação nas redes sociais em marketing e vendas. As redes sociais não são mídias de massa e o trabalho com redes sociais pode levar tempo. Um trabalho a ser realizado de forma diferenciada e de médio a longo prazo. Uma rede de relacionamentos é também uma rede de amigos e é preciso conquistá-los. Não são apenas consumidores. São pessoas e leva-se algum tempo para adquirir confiança.</p>
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		<title>GOOGLE SHOPPING CHEGA AO BRASIL!</title>
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		<pubDate>Fri, 21 Oct 2011 01:45:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dante   </dc:creator>
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		<description><![CDATA[Estreou no Brasil a mais nova ferramenta do Google, que promete, comparando preços de produtos, interligar vendedores e potenciais clientes. Assim como os já consolidados Buscapé e Shopping UOL (com uma essência um pouco diferente), o Google Shopping permite que o vendedor envie seus produtos, que serão expostos no site. E é de uma forma simples e prática, através de pesquisas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estreou no<strong> Brasil</strong> a mais nova ferramenta do Google, que promete, <strong>comparando preços</strong> de produtos, interligar vendedores e potenciais clientes.</p>
<p>Assim como os já consolidados Buscapé e Shopping UOL (com uma essência um pouco diferente), o<strong> Google Shopping</strong> permite que o vendedor envie seus produtos, que serão expostos no site. E é de uma forma simples e prática, através de pesquisas diretas ou relacionadas, que esses produtos chegarão ao conhecimento do cliente.</p>
<p>O buscador já firmou <strong>parceria</strong> com algumas redes. Entre elas estão, Carrefour, Compra Fáci, Extra, Ponto Frio, Casas Bahia, Netshoes, Centauro e Lojas Marisa.</p>
<p>A essência que difere o Google Shopping de outras ferramentas com a mesma função, é o uso dos mecanismos do Google Search, como um divulgador dos produtos. A busca é feita por <strong>relevância</strong>. Quando o usuário faz uma pesquisa por um produto específico e o relaciona à compra, aparecem resultados dos produtos disponíveis no Shopping, o que é uma ótima forma de divulgação, e melhor ainda, é tudo <strong>de graça</strong>!</p>
<p>A intenção é, além das notícias, imagens e mapas, fornecer ao usuário informações referentes à compra quando procurarem produtos específicos&#8221;, afirma Lúcia Le Menn, gerente de parcerias estratégicas do Google.</p>
<p><strong><br />
</strong></p>
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